quinta-feira, 26 de junho de 2014

“O MODELO DOS MODELOS”





As definições acerca do conceito de deficiência seja ela intelectual, auditiva, visual, física, TEA ou por alguma síndrome apresentam fatores determinantes em relação à dificuldade de comunicação, locomoção, interação e a aprendizagem do aluno público-alvo da educação especial como uma visão de limitação em virtude dessa condição.
Isso desfavorece as condições de possibilidades desse sujeito, pois a deficiência não deveria ser vista como uma barreira em virtude da descriminação e exclusão. Aliás, por muitas pessoas é entendida como uma posição do “não ser possível” para a realização disso ou daquilo.
 O Atendimento Educacional Especializado vem oportunizando por meio de estratégias, recursos e materiais adaptados instrumentos viáveis para a participação plena do aluno com deficiência no âmbito escolar, onde é predominado o direito a igualdade e qualidade de ensino.
Evidencia-se, portanto, nesse atendimento, que cada aluno possui necessidades especifica as suas peculiaridades, sendo que as ações pedagógicas oferecidas na Sala de Recursos Multifuncional contemplam os mecanismos de aprendizagens. Porém, respeitando e considerando a singularidade do individuo, isto é, valorizando a sua  identidade.

Dessa forma, no AEE, compreende-se claramente que cada aluno aprende das mais diferentes maneiras e nos mais diferentes tempos, haja vista, que essa compreensão não é interpretada como incapacidade, mas um estado em que alguém se encontra e que deva ser motivado a estimular as suas habilidades, superando assim as dificuldades encontradas no seu cotidiano.